Por Claudia Cataldi
A Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga, por meio de sua Academia de Monitoras, realizou na última terça-feira (27), na Sala Cecília Meireles, o concerto Sons do Oriente, uma apresentação marcada pelo encontro entre culturas musicais orientais e ocidentais. Sob a regência do maestro Anderson Alves, o espetáculo reuniu repertórios inspirados nas tradições da China, Japão, Malásia e Índia, além de obras de compositores ocidentais influenciados pelo universo sonoro do Oriente.

A noite contou com a participação especial dos solistas Luanda Freitas (violino), Ludmilla Bauerfeldt (soprano), Yu Xi (soprano), Jessé Bueno (tenor) e da cantora Rain Sun, que emocionaram o público em interpretações que exploraram diferentes timbres, escalas e atmosferas musicais.

Dividido em duas partes, o programa apresentou inicialmente canções folclóricas orientais arranjadas por Vinicius Louzada, além de obras tradicionais chinesas e malaias. Na segunda parte, o concerto evidenciou a influência oriental sobre a música ocidental, trazendo peças de Giacomo Puccini, Franz Lehár, Giuseppe Verdi, Carlos Gomes e Heitor Villa-Lobos.
O público lotou a Sala Cecília Meireles e acompanhou com entusiasmo uma apresentação marcada pela diversidade cultural e pela excelência artística das jovens musicistas da OSJ Chiquinha Gonzaga. O concerto reafirmou a proposta pedagógica e artística da orquestra, que promove a formação integral de meninas e jovens mulheres por meio da música de concerto e do intercâmbio cultural.
Criada em 2021, a Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga é uma formação exclusivamente feminina que reúne 52 instrumentistas de 13 a 21 anos e se consolidou como uma das principais iniciativas de formação musical do país. Em 2026, a orquestra celebra cinco anos de trajetória, com apresentações realizadas em importantes palcos do Brasil e do exterior.
O concerto Sons do Oriente e a Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga contam com o patrocínio da State Grid Brazil Holding, CNOOC e PETRONAS Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Integram ainda o ecossistema social de apoio à OSJ Chiquinha, como patrocinadores mantenedores, as empresas Petrogal Brasil, joint venture Galp-Sinopec, e Zurich Santander, também por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.





