A importância da Arquitetura na COP30: cidades mais humanas, resilientes e sustentáveis

Por Fernanda Andrade – Arquitetura e Urbanismo
A COP30, que será sediada em Belém em 2025, marca um momento decisivo para o planeta e para o Brasil. Em meio às discussões globais sobre clima, energia e adaptação, a arquitetura ganha destaque como uma das áreas mais estratégicas para transformar cidades, reduzir impactos ambientais e melhorar a qualidade de vida da população.
A arquitetura contemporânea deixou de ser apenas a arte de projetar edificações. Hoje, ela é ferramenta essencial para a construção de cidades inteligentes, sustentáveis e preparadas para enfrentar os efeitos das mudanças climáticas. E esse é um dos pilares de atuação de Fernanda Andrade Arquitetura e Urbanismo, que vem desenvolvendo projetos alinhados às práticas de inovação, eficiência energética e responsabilidade ambiental.
Arquitetura como agente de transformação urbana
Na COP30, os debates reforçam que cidades bem planejadas são determinantes para reduzir emissões de carbono. Mais de 70% das emissões globais vêm do ambiente urbano — e é justamente aí que a arquitetura tem papel decisivo.
Projetos arquitetônicos sustentáveis podem:
Reduzir o consumo de energia por meio de iluminação natural, ventilação cruzada e uso de materiais adequados;
Diminuir a necessidade de deslocamentos com o planejamento urbano integrado;
Incentivar mobilidade ativa, com calçadas amplas, ciclovias e áreas verdes;
Criar espaços públicos que favorecem bem-estar, convivência e segurança.
Para Fernanda Andrade, “a arquitetura é uma ponte entre o presente e o futuro. Cada obra desenhada com consciência ambiental se torna um legado para as próximas gerações”.
Construções resilientes: preparando as cidades para o futuro
O Brasil enfrenta eventos climáticos extremos com cada vez mais frequência — enchentes, ondas de calor, deslizamentos e secas prolongadas. A COP30 tem reforçado a urgência de repensar edificações e infraestrutura urbana para garantir resiliência.
Entre as soluções adotadas na arquitetura contemporânea, estão:
Infraestruturas verdes, como jardins drenantes e telhados verdes;
Projetos que evitam ilhas de calor;
Sistemas de reaproveitamento de água;
Materiais de baixo impacto ambiental.
Essas práticas já são incorporadas nos projetos desenvolvidos por Fernanda Andrade, que defende a criação de espaços que concilientam estética, tecnologia e responsabilidade ambiental.
Cidades inteligentes e inclusão social
Outro eixo de destaque da COP30 é a promoção de cidades inteligentes que utilizam tecnologia para melhorar serviços urbanos. Para Fernanda Andrade, essa abordagem deve sempre estar alinhada à inclusão social.
“Não existe cidade inteligente se ela não for também humana”, afirma. “A tecnologia deve aproximar pessoas, facilitar o acesso a serviços e garantir que todos possam viver com dignidade.”
Seu escritório atua com foco em acessibilidade, mobilidade urbana, urbanismo social e integração de comunidades a espaços públicos qualificados.
Brasil como vitrine mundial
Com a realização da COP30, o Brasil ganha a oportunidade de mostrar ao mundo soluções inovadoras na área da arquitetura e urbanismo. O país já é referência em biodiversidade e agora pode se tornar modelo em sustentabilidade urbana — e profissionais brasileiros como Fernanda Andrade contribuem diretamente para esse avanço por meio de projetos que unem técnica, sensibilidade e visão de futuro.





