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Quando o veneno vira cura: etanol salva vítimas de bebida adulterada em SP

01/10/2025

Era pra ser só mais um gole. Um brinde entre amigos, uma noite qualquer.
Mas bastaram poucos goles para transformar celebração em colapso.

São Paulo acendeu o alerta máximo.
Casos de intoxicação por bebidas adulteradas, especialmente com metanol, colocaram hospitais em estado de guerra química. Literalmente.

💥 O que era pra ser diversão virou antídoto na veia.
Sim, você leu certo: o tratamento para intoxicação por metanol é… etanol.
A mesma substância presente nas bebidas alcoólicas comuns — como a cerveja do churrasco ou o vinho do jantar — é o que impede o fígado de transformar o veneno em algo ainda mais letal.

⚗️ Etanol vs. Metanol: a batalha microscópica que salva vidas

O corpo humano trata o metanol como um estranho mortal.
Ao tentar processá-lo, o fígado gera subprodutos tóxicos — formol e ácido fórmico — que podem causar cegueira, convulsões e até a morte.

Mas quando o etanol entra em cena, ele age como um escudo químico. Compete com o metanol e atrasa sua metabolização, dando tempo para os médicos eliminarem o perigo.

🧬 É ciência com drama de novela. E risco de vida real.

🚨 Bebida adulterada: um crime que engarrafa a morte

A fonte da tragédia? Bebidas falsificadas, muitas vezes produzidas em galpões clandestinos e vendidas como se fossem “normais”.

Metanol é mais barato. É usado para aumentar o volume de forma ilegal.
Mas o preço final é pago com vidas.

O governo já investiga os casos em Campinas e outras cidades. Laudos estão sendo produzidos. Mas o estrago já foi feito.

Moral da história?

O que parece barato demais pode custar caro.
Mais que o valor da garrafa: pode custar sua visão, sua saúde, sua vida.

Quando o etanol vira antídoto, é porque a tragédia já começou.

Publicação-@portalnoticiasdiarias -instagram-Lucia Alves- jornalismo- colunista social- Vice presidente do Conselho de Inclusão Da Abime Brasil (Ass. Brasileira e Internacional de Midia Eletrônica) instagram @impactocultural_revista

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